quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

PROSTITUIÇÃO NA ESTRADA DE CATETE

Autor: Domingues Gonçalo


              Prostituição é o ato de oferecer o sexo em troca de dinheiro é das mais antigas profissões existentes no mundo. As razoes que leva algumas jovens a adoptar tal pratica são: Pobreza, falta de emprego, busca de dinheiro rápido, aliciamento, companhia de amigas e muito recentemente o tráfico de seres humanos.


           Na estrada de catete como é conhecida a via que liga a zona dos congoleses ao município de viana, varias são as raparigas que se prostituem e dizem sentiram-se forçadas pelas circunstâncias da vida, a falta de oportunidade de emprego e a precária situação financeira em que se encontram.

              Os pontos de maior destaque ao longo do percurso, são 

         1- A zonas do Belavista onde possui um ponto chamado de paragem das mulheres (com raparigas em roupas extremamente indecentes, geralmente consumindo álcool), 

          2 - A zuna da estalagem (geralmente neste ponto elas ficam trançando cabelo a algumas mulheres que acorrem aos seus serviços e só em caso de fraca clientela ou aparecer alguém a quem já prestaram serviço de prostituição), 

        3 - A zona da Ponte-partida (geralmente estão consumindo álcool e seduzem os clientes que ali acorrem para o mesmo) 
          4 -  A zona de viana-vila (aqui neste ponto elas ficam exposta a montra se é que podemos assim dizer).


Histórias de vida

           Cada uma delas tem uma história de vida, as idades variam dos 16 aos 35 anos, algumas fazem-no esporadicamente, por exemplo Paula (nome fictício) faz apenas quando ve seu negocio levado pelos policias fiscais ou tem um revés financeiro, em um mês talvez aperça uma vez se tiver um bom movimento ou seja ate conseguir o suficiente para repor o dinheiro perdido.

Joaninha (nome fictício) uma jovem de 19 anos e mãe de uma rapariga de 2 anitos, diz me se prostitui, porque não conseguiu emprego depois de muito procurar, viu-se então forçada a optar pela troca do sexo por dinheiro. Questionada sabre o pai de sua filha, com lagrimas nos olhos responde “ele não quer saber de nós”.


Dois mil kwanzas por cada cliente.

          

       Geralmente cobrasse 2.000,00 kz dois mil kwanzas por cada secção e têm entre 2 (dois) á 4 (quatro) clientes por noite, elas carregam sempre uma manta nas mãos, pois normalmente o clientes não têm dinheiro para pagar um quarto de pensão então usam a manta como cama sob o chão.
  




Atuação policial

Ana (nome fictício) contou que já por duas vezes foi presa pela polícia por se prostituir e que apos recolha de digitais, ser fotografada e os dados pessoais, passam anoite na cela policial. Onde no dia seguinte são obrigadas a lavar a loiça, limpar o chão da esquadra e mandadas embora.

Marcela (nome fictício) conta que foi estuprada por 2 (dois) policiais, que a forçaram a fazer sexo anal e obrigaram engolir seus espermas, o que a deixou muito desconfortável por nunca ter feito e não aceitar faze-lo mesmo sob proposta de mais dinheiro.

Segundo as ‘mulheres’ contactadas, elas sempre exigem dos clientes o uso do preservativo para qualquer acto sexual, e pretendem deix